Com as recentes mudanças da taxa Selic, muitos investidores podem se sentir perdidos em relação ao futuro de seus investimentos. A primeira orientação para quem está em dúvidas entre a poupança e outras possibilidades é fazer as contas. Às vezes, devido à incidência de Imposto de Renda e de taxas de administração, alguns investimentos podem render até menos que a caderneta.

Por isso, é importante considerar todos os custos atrelados a cada modalidade. Na renda fixa, por exemplo, é preciso estar atento ao percentual do CDI atrelado aos Certificados de Depósito Bancário (CDB). Normalmente, esses títulos emitidos por bancos costumam pagar taxas melhores para investimentos com prazos mais longos.

Uma boa dica para encontrar CDBs com rendimentos interessantes é buscar títulos de bancos menores. Isso porque, para atrair e reter investidores, os bancos menos conhecidos tendem a oferecer taxas maiores.

Outro fator a se considerar são as taxas de manutenção do investimento, como custódia, por exemplo, e a alíquota do Imposto de Renda. A atenção em relação a esses detalhes se justifica porque estes custos estão diretamente ligados ao rendimento final do investimento.

Quem possui um perfil mais arrojado e com mais tolerância ao risco, pode aproveitar o bom momento da Bolsa de Valores para rentabilizar seu capital. Na renda variável, o Índice Bovespa acaba de romper a barreira dos 74 mil pontos, maior nível já registrado de sua história.

Para se ter uma ideia da recente valorização da Bolsa, no último mês houve alta de mais de 7% e de 23,4% no acumulado do ano.

Ter uma estratégia bem definida e agir de forma racional são alguns dos requisitos básicos para não sofrer perdas excessivas. Além disso, contar com a ajuda de bons profissionais pode fazer a diferença, especialmente para quem está começando a explorar este mercado.

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