Você já parou para pensar o quanto as coisas realmente custam?

Geralmente faço esta pergunta para as pessoas que chegam até o escritório buscando planejamento financeiro pessoal. Eu estimulo estas pessoas a refletirem acerca do real custo das coisas.

Como um exemplo, eu pergunto as estas pessoas o quanto elas acham que custou o meu computador. Devo admitir que é uma máquina das mais modernas e não das mais baratas… Todos arriscam valores que variam entre três e cinco mil reais e até alguns exageros lá para a casa dos R$ 10.000… É neste momento que digo a todos: “Este computador custou ZERO reais…

Para colocar mais tempero em meu exemplo, pergunto quanto acham que custou a minha caneta… para vocês, que apenas me ouvem, é uma daquelas canetas de alto preço… mais uma vez, um número vasto de palpites… R$ 300… R$ 500… até cerca de R$ 2000… novamente, revelo o quanto a caneta me custou… Adivinharam? Exatamente: ZERO reais!

Muitos podem estar pensando: UAU André, me dê o endereço desta loja que deve ser coisa boa demais… ou então… já matei a charada… você deve ter ganho tudo isso..

Mas devo dizer a verdade, não há mágica alguma, presente algum, tampouco algum segredo… existe apenas a percepção de custo que um verdadeiro planejamento me permite ter… Deixe-me explicar:

Tanto pelo computador quanto pela caneta eu paguei um preço! Por exemplo, pelo computador eu paguei cerca de R$ 3000 e pela caneta, cerca de R$ 1000, mas não me custaram coisa alguma pois tanto o computador quanto a caneta foram pagos por um dinheiro que eu havia previamente carimbado, planejado para a aquisição destes dois bens de consumo… Quem pagou pelo meu computador foi o dinheiro planejado para a compra do computador e não a minha 3a idade… ou então a formação universitária de meus filhos! Para isso e para alguns outros sonhos e objetivos que tenho, também existe o dinheiro planejado, carimbado, todos os meses!

Quando compro a minha caneta, eu tranquilamente posso dizer e sentir que quem paga a caneta é o dinheiro da caneta, e não o projeto de formação universitária de meu filho. E quando não há espaço para as duas coisas: a caneta e a formação de meu filho, que decisão eu tomo?

Isto, felizmente cabe ao livre arbítrio de cada um de nós! O que creio que devamos fazer é apenas enxergar os grandes projetos que temos pela frente, encará-los e planejar o caminho para a obtenção dos mesmos!

Muitos clientes já compartilharam que antes de enxergarem seus projetos e de terem um planejamento para os mesmo, a decisão pela caneta seria bastante fácil (mas não necessariamente tranquila… sabe… aquele sentimento de que isso vai custar muito mais do que o preço pago…)… Mas agora, que enxergam seus PLANOS de VIDA, muitos afirmam que a caneta não deixa de estar no radar, mas que pelo menos possuem uma agenda maior para a tomada de decisão… Uma agenda que ultrapassa o impulso e entra no campo do que verdadeiramente importa! No final, quando a caneta é conquistada com planejamento… o preço continua o mesmo, mas o custo… podemos afirmar que é ZERO!

Para todas as vontades imediatas de consumo que tiver, submeta-se a algumas perguntas: Qual o custo disso? Quem vai pagar por isso? Será que cabe tudo? Qual a minha verdadeira agenda de prioridades? Esta reflexão todos devemos fazer: Quem esta pagando por o que? A partir desta agenda você vai perceber que não pode tudo, mas que pode muita coisa com um verdadeiro planejamento financeiro!

 

Com carinho, André Novaes

Nota do autor: E quanto a você? Quanto custa as suas coisas? O que é custo, o que é preço em seu hábito de consumo? Ter dinheiro carimbado para o consumo é um traço da intencionalidade que acredito que deva estar presente em quem busca a melhor versão do que pode ser e este é o alvo do manifesto que escrevi e te convido para conhecer. Clique aqui para conhecer a minha visão de uma Nação em Sua Melhor Versão.