Você já pensou que, muitas vezes, um gasto pode significar redução de outros gastos? Ou seja, pode ser considerado um investimento no que se refere a poupar? É o caso do seguro residencial que,  de acordo com um levantamento recente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), está presente em apenas 15% das residências brasileiras, mas tem crescido ano a ano.

Fazer um seguro residencial de fato não costuma ser algo muito comum, a não ser que seja exigido pelo proprietário de um imóvel alugado ou uma imobiliária. Muitos pensam que ele cobre apenas incêndio ou explosões, mas não é verdade. Um bom seguro conta com uma série de opções de serviços vinculados que podem fazê-lo economizar muito durante o ano. Além, é claro, do seu patrimônio contar com proteção.

Vamos supor que você precise de um chaveiro emergencial na madrugada. Muitos seguros têm este tipo de serviço com mão de obra gratuita. Imagine qual seria o gasto caso precisasse chamar um profissional e pagá-lo à parte? Talvez já cobrisse um bom percentual do seguro! Outros serviços oferecidos podem estar relacionados a danos elétricos, enchentes, encanamento, e etc. Pode ser uma opção interessante especialmente para quem mora sozinho ou não quer ter dor de cabeça a cada vez que um problema relacionado acontece.

Para escolher bem e checar se a contratação vale a pena, faça uma comparação de preços e serviços. O valor costuma variar de acordo com o valor do imóvel e, em alguns casos, os bens dentro dele. Depois faça uma estimativa do quanto poderá precisar de alguns serviços. Uma pia entupida ou um vazamento, por exemplo, são coisas que tendem a ocorrer mais frequentemente em uma residência. Compare o valor que será pago pelo seguro ao ano e o valor que tenderia a gastar se tivesse que contratar esses serviços à parte. Pronto, você já terá uma boa ideia da economia a ser feita!

Clique abaixo e leia também:

DICAS