Muita gente não quer nem ouvir falar sobre seguro de vida, afinal, trata-se de algo que nos obriga a encarar a própria morte, certo? Mas precisamos considerar que também é o tipo de coisa sobre a qual é sempre melhor prevenir do que remediar! Um seguro de vida é uma espécie de investimento que serve como forma de minimizar os impactos que o nosso falecimento podem causar na vida dos que permanecem, por isso sempre é tempo de avaliar.

E como escolher o melhor seguro de vida? Neste caso, é preciso considerar alguns fatores: o orçamento que se tem hoje, as despesas com filhos ou dependentes, e a existência de um eventual inventário no caso de morte acidental. Coloque tudo isso no papel e compare as opções no mercado. Também é importante escolher o seguro encabeçado por uma instituição sólida e confiável.

De acordo com as fases da vida pode ser que o orçamento ou as necessidades mudem também. É o caso de uma pessoa solteira ou de um casal com filhos, por exemplo. Portanto, mesmo que a sua escolha seja uma hoje, vale a pena reconsiderar de tempos em tempos para ver se o seguro estará cobrindo eventuais demandas. A mensalidade será calculada de acordo com o valor a ser pago aos beneficiários e também de eventuais complementos.

É fato que o seguro de vida cobrirá a morte, porém, é possível incluir cláusulas como invalidez permanente ou diagnóstico de doenças graves, situações em que talvez não seja possível trabalhar nem receber os mesmos rendimentos de antes. Pense nisso e fique tranquilo!

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